sábado, 24 de setembro de 2011

JUS

Justo ou não justo
não é um dilema
mas só um poema
lutar pelo justo.






Sará lenta para alguns
justiça para outros
escrita nos registros
moldando-se nos tempos.




As vezes nos parece injusta
o "justo" no ver do outro
sábio ordenamento de ouro
nunca se desista do jurista.




Jus, todos aclamam querer
vendada quero vê-la
o preço para tê-la
Lutar por ela é um dever.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O MARTÍRIO DOS VIVENTES


            O MARTÍRIO DOS VIVENTES foi produzido quando i autor viveu a seca de 1992/93, em Caraúbas, na Paraíba. observou o sofrimento do solo, dos animais e dos homens. 
Naquele cenário exótico e real criou personagens e enredo, numa tentativa de valorização e resgate dos costumes e tradições passados.
O Martírio dos Viventes é um grito de alerta do sertanejo ás ideologias presentes e uma busca de amenizar o sofrimento do sertão semi-árido em secas futuras.

NOTA: 
Na tarde de 25/06/2001 cidade de Galante-PB, na comemoração da festividade junina do São João, para minha total surpresa no meio daquela festa, varias bandas tocando forró pé-de-serra, um calor estranho para aquele dia em quanto havia chovido muito durante toda aquela semana.
Durante o almoço, em um restaurante na rua principal da cidade onde passa o trem, se aproximou e me foi oferecido este livro pelo próprio autor que o estava publicitando.
Obrigado pela dedicatória e fica aqui o meu agradecimento pela a oportunidade de ter lido seu livro.
Obrigado.
Jorge

ÓTIMO LIVRO



segunda-feira, 18 de julho de 2011

OTIMISMO



Hoje lindo amanhecer
a natureza se fortalece
homem se rejuvenesce
estou vivo ao renascer.




Otimismo e bom humor
este é o refrão
não o leve em vão 
palavras que levam ao amor.




Os antigos diziam sempre
Apolo ilumina meu caminho
dando o grande valor certinho
alma de liberdade sempre.








Tudo chega e passa
a sabedoria ensina
oh! filosofia divina
mais um dia alegre me faça.

domingo, 10 de julho de 2011

MUSICAS



Sabor das notas
cheiro do ritmo
escritura do intimo
musicas de notas.






Harmonia das cores
tempo e espaço
unidos no abraço
artistas multicores.




Musicas varias
tocam recordações
revivendo emoções
musicas tristes ou ilarias. 






Festa e alegria
toda vida num dia
musicas minhas ou da tia
unica expressão, sorria.


Musicas novas por antigas
ritmos novos por antigos
expressão dos novos e antigos
Musicas no som da eternidade.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

UM CANTINHO ESPECIAL



Especial esse cantinho
lugar das reflexões
certezas das paixões
vejo tudo de pertinho.




Perdido na realidade 
minha fortaleza relembro
Deus Apolo de setembro
saudades da felicidade.




Caminhos tortuosos da vida
crescendo longe do seguro
lutarei o Tártaro no escuro
para narrar minha historia vivida.


Cultivo o amor protegido
abrigo dos momentos
chave dos sentimentos
em um cantinho especial intangido.

terça-feira, 28 de junho de 2011

QUANTAS VEZES



Quantas vezes você passou
quantas vezes você passará
caminho aberto ficará
no tempo infinito que sobrou.






Minha alma relembra
a alegria do teu olhar
continuando a chorar
dia interminável  lembra.






Digo o que penso
penso no que sou
sentimento que me levou
quero teu consenso.






Quantas vezes vou te falar
quantas vezes quero te amar
quantas vezes você vai passar
quantas vezes você vai parar.


Jorge Daniel Rossi

sexta-feira, 24 de junho de 2011

POESIAS

Sendo muitas ou poucas
vivem dentro de mim
nunca alcançarei o fim
sejam serias ou loucas.

Arte de falar
ideias e sentimentos
escritas em vários momentos
continuarei a me pronunciar.




Como uma História infinita
entre o poeta e as palavras
surgem perolas raras
Poesia de forma distinta.






Poesias ou Poemas que sejam
espelhos em que se projeta
o pensar  do Poeta
expressão lírica me vejam.




quarta-feira, 22 de junho de 2011

M O R T E















Mentalmente inaceitável
vidas tão abençoadas
perdas não desejadas
no decorrer do tempo implacável.


Objetividade não existe
impreparados a tal fim
rico ou pobre esse é seu fim
mas não quero ser triste.


Relutante a essa ideia
lembranças não tenho
logo medo não tenho
estarei pronto para a ultima ceia.


Tudo se transforma
vida de muitas cores
delicada como flores
luz é branca ou preta?


Estrada sem fim
eterno o ciclo da vida
de chegada e de ida
existência no fim?

segunda-feira, 20 de junho de 2011

FORNO A LENHA


Fogo ardente
esquenta a emoção
dentro do coração
embelece a mente.





Oraculo das chamas
boca da verdade
simbolo da sinceridade
será que me amas?




Rachaduras do passado
sabedoria do presente
ilumina minha mente
não me deixe cansado.




Nada é definitivo
tudo se embelece
quando se aquece
genuíno e primitivo.


O tempo é o presente
mentiras foram ditas
verdades foram escritas
não estou ausente.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

FELICIDADE




Pura na primeira idade
perfume de primavera
do tamanho de uma era
sentimento de verdade.






Quantos segundos de vida
vários, intensos momentos
sempre mais nos pensamentos
remandando a minha partida.




Varias pinceladas de vida
rápidos ou longos se criam
desejados e amados siam
poucos momentos para uma vida.


Iluminar o nosso dia
ao tempo das estações 
palpitam os corações
irmã da alegria.


No quadro escrevo com giz
animo de um rei
esta noite dormirei
ultimo pensamento, fui feliz.

domingo, 12 de junho de 2011

MEDO


Mente de medo
sabedoria em ter
corajoso não ser
terror de agir cedo.






Escura e dolorosa visão
distorção da realidade
defesa da sinceridade
turbulenta decisão.





Domínio da mente
trancada em si mesma
escrito em uma resma
luz quero na minha frente.



O caminho estreito e escuro
de pequenos passos 
cortarei os meus lasses
lutarei pelo direito.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

TUDO MENOS QUE SERIO


Jogador do destino
desafia o desconhecido
agindo como despercebido
brinca de ser divino.

Onipotente durante a partida
saber perder é terrível
sorte imprevisível
aventureiro na vida.

Ganhar felicidade
conquista do dia
dinheiro em fatia
ilusão na eternidade.

Objeto do Desidério
parceiro de uma vida
em seis lados contida
tudo menos que serio.
Jorge Daniel Rossi